A Gestão de Processos como uma engrenagem.

A idéia de gestão de processos esta cada dia mais em alta, em reuniões, corredores, no vocabulário das grandes corporações, mais ainda não esta sendo executada de fato direito.

De que forma podemos colaborar para que esse discurso saia do papel e vá realmente a pratica, sendo inserido na cultura das organizações, e no dia a dia dos profissionais?

Fazer uma boa gestão, e ser um bom gestor já é um grande desafio. Agora juntar, a tudo isso ter que olhar a empresa, a equipe, as atividades de maneira não hierárquica, cria ainda mais um cenário novo e não tão explorado.

Quando falamos em gestão de processos, estamos falando da nova revolução industrial do século XXI. Não se consegue mais trabalhar com margens altas como no passado, o cenário de mercado atual não nos permite obter lucros acima da média como antigamente, quando muitas coisas vendidas eram inovação.

Hoje, podemos dizer que produtos e serviços são grandes remakes e a melhor maneira de lucrar esta no volume ou em grandes inovações.

Com o mercado saturado de produtos e serviços iguais, com profissionais cada vez mais especializados, as grandes empresas só tem um caminho para aumentar o seu lucro: alterar a sua forma de trabalho, ou seja, aplicar novos métodos.

E criar métodos e executá-los de maneira eficiente requer muita gestão nos processos envolvidos. É preciso que os profissionais deixem de enxergar a empresa como um grande acumulado de departamentos e setores, e passem a enxergar a empresa como um carro em movimento na estrada, onde cada troca de marcha, cada frenagem, cada aceleração são atividades seqüenciais e uma depende da outra.

Fazendo um paralelo, é como se cada profissional se enxergasse como uma peça numa grande engrenagem, onde se um parafuso se soltar, ou faltar qualquer tipo de lubrificação, a roda para.

O grande desafio do gestor: fazer com que as peças possa ser mexidas sem comprometer a velocidade e constância com que a roda gira!

Fonte de informação: Baguete Jornalismo Digital.